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1900-1915/2000-2015

TEXTO Revista Continente

01 de Janeiro de 2015

Imagem Karina Freitas

“Narrar é ação presente de invenção do tempo. (...) Narrar é também selecionar, excluir, incluir...”, definiu Moacir dos Anjos, num dos textos que compõem este especial, no qual o curador e mais quatro profissionais (a jornalista Carol Nogueira e os críticos Daniel Schenker, Kelvin Falcão Klein, José Geraldo Couto) entrelaçam análises sobre os eventos ocorridos em cinco campos artísticos nos inícios dos séculos 20 e 21: artes visuais, cinema, literatura, música e teatro. Os especialistas convidados avaliaram de quais maneiras os acontecimentos estéticos, tecnológicos, sociais e políticos do passado influíram na forma como produzimos, consumimos e entendemos arte hoje. Um ponto de convergência entre as observações é a afirmação do papel da Primeira Guerra Mundial na ruptura de diversos projetos estéticos e no estímulo da vontade de ultrapassar as fronteiras nacionais através do conhecimento da produção artística de outras culturas.

Leia também:
Literatura: A Renascença de 1910
Artes cênicas: A soberania dos gêneros ligeiros
Cinema: Revolução em dois tempos
Música: os 15 anos que mudaram o mercado
Artes visuais: Outros sotaques na linguagem global

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