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02 de Setembro de 2020

Os volumes discutem acessibilidade no cinema e as relações de amizade entre cineastas

Os volumes discutem acessibilidade no cinema e as relações de amizade entre cineastas

Imagem Reprodução

A brodagem no cinema em Pernambuco e Verouvindo: audiodescrição e o som do cinema são os volumes 1 e 2, respectivamente, que dão início à Coleção Cinemateca Pernambucana, publicada pela Editora Massangana, da Fundação Joaquim Nabuco, instituição à qual a cinemateca é vinculada. Ambas as publicações são originadas em teses de doutorado, defendidas por Amanda Mansur e Liliana Tavares. O livro de Amanda enfoca o período da retomada, quando, a partir dos anos 1990, filmes como Baile perfumado foram realizados. O título remete à tese da autora de que as relações de amizade, de afeto ou “brodagem”, estão na base dessa produção fílmica. O de Liliana, que atua como audiodescritora e foi idealizadora do festival VerOuvindo, traz contribuição ao fazer e pensar esta atividade pouco debatida no campo, que é a necessidade de incluir e dar acesso às pessoas com deficiências visual e auditiva à produção cinematográfica.

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